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Nota à imprensa sobre o caso Marco Aurélio

SINPCRESP que esclarece que as buscas, escavações e perícias são feitas pela Polícia Científica de São Paulo, e não pela Polícia Civil

Sobre o caso do escoteiro Marco Aurélio, desaparecido há 38 anos em uma trilha no Pico dos Marins, em Piquete, o Sindicato dos Peritos Criminais do Estado de São Paulo (SINPCRESP) esclarece que as buscas, escavações e perícias são feitas pela Polícia Científica de São Paulo, e não pela Polícia Civil, conforme informado pela imprensa.

As buscas por possíveis ossadas contarão com a participação de peritos criminais da região do Vale do Paraíba; peritos criminais de São Paulo; peritos criminais do Núcleo de Odontologia Legal do Instituto Médico Legal (IML) e profissionais do núcleo de Antropologia do IML, que fazem parte da Polícia Científica de São Paulo.

São esses profissionais, da Polícia Científica, os responsáveis pela retomada das escavações. Isso só foi possível após peritos criminais terem utilizado drones brasileiros com tecnologia alemã, o que possibilitou encontrar cinco pontos onde há suspeitas de que possa estar enterrado o corpo da vítima.

Os laudos das perícias feitas pelos policiais científicos serão entregues à Polícia Civil, que dará sequência à investigação do caso.